Premissa: O bem a ser preservado com a prestação dos serviços públicos deve ser a saúde e não a enfermidade. E o município deve ter mais autonomia para definir onde gastar seus recursos de acordo com a sua demanda.

1. Incentivar e valorizar a atenção básica e equipes com foco na Estratégia Saúde da Família (ESF) que “visa à reorganização da atenção básica no País, de acordo com os preceitos do Sistema Único de Saúde, e é tida pelo Ministério da Saúde e gestores estaduais e municipais como estratégia de expansão, qualificação e consolidação da atenção básica por favorecer uma reorientação do processo de trabalho com maior potencial de aprofundar os princípios, diretrizes e fundamentos da atenção básica, de ampliar a resolutividade e impacto na situação de saúde das pessoas e coletividades, além de propiciar uma importante relação custo-efetividade.”
Fonte: Ministério da Saúde

2. Propor que o Estado de São Paulo realoque os equipamentos e investimentos priorizando repasse para os municípios para que estes tenham maior autonomia e capacidade de atendimento para atender sua demanda local. Como exemplo, a municipalização do Hospital Universitário de Taubaté, onde o município assumirá a gestão do hospital com repasse financeiro estadual. Com o dinheiro sendo gasto pela entidade mais próxima do cidadão, a população tem mais condição de cobrar os responsáveis.

3. Propor que toda contratação na área da saúde seja técnica, de notório saber acadêmico, e experiência profissional na área - e não política.